segunda-feira, 9 de maio de 2016

NIjinsky é inspiração na Música


Imagem da capa do álbum de Kip Winger



Kip Winger é um músico norte americano integrante da banda de hard-rock "Winger"  que inspirado em Nijinsky, compôs uma obra inteiramente nova em seu estilo musical, uma obra de Música Clássica. "Conversations With Nijinsky" é uma obra em quatro movimentos em seu primeiro albúm de Música Clássica.
Tamara Nijinsky, filha de Nijinsky, diz que Winger conseguiu capturar o coração e a alma de Nijinsky. Inspirado pela música em suas composições, aqui o contrário acontece: Winger inspira-se no artista para a construção de uma obra musical.



"Kip Winger Enters Classical Music World With Tribute to Choreographer Vaslav Nijinsky"

He’s come a long way since “Seventeen.” Once lumped in with the late ’80s hair metal acts, Kip Winger is still making music, but these days he’s expanded his scope to working in a different genre. Winger has announced plans to release Conversations With Nijinsky, Ghosts, A Parting Grace — a four-movement classical music tribute to the artistry of dancer and choreographer Vaslav Nijinsky.


“Conversations” is the centerpiece of Winger’s debut album as a classical composer, as he worked closely with the San Francisco Ballet Orchestra and conductor Martin West in bringing his musical vision to life. The disc was recorded at Skywalker Sound with the assistance of Grammy-winning recording engineer Leslie Ann Jones.

The album also features a recording of Winger’s ballet, Ghosts, which has been performed all over the world by the San Francisco Ballet Orchestra and is now making its way to CD after a nine-year period.

“Martin’s been conducting Ghosts with the San Francisco Ballet for about five years and they actually performed it all over the world, so in getting to know Martin, we discussed making an album and actually got it done,” says Winger in the teaser video above. “We recorded ‘Conversations With Nijinsky,’ ‘Ghosts’ and a new piece that I wrote this last month.”

Dame Tamara Nijinsky says of Winger’s work, 
”Kip Winger has captured my father’s heart and soul. Many have been inspired by Nijinsky in words and dance, but no one, until now, in music. Nijinsky was inspired by the music he heard. And now, Kip Winger, reminds us of Nijinsky’s genius with his work.


Fonte:
http://www.kipwinger.com/
http://loudwire.com/kip-winger-classical-music-tribute-choreographer-vaslav-nijinsky/
http://www.youtube.com/channel/UCgoiVnVBedvwbVb_iV3RFrg

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Arte em folhas


Nascido em Cáceres, na Espanha, Lorenzo Manuel Durán é um artista autodidata que desenvolveu uma técnica de expressão inovadora: cortar folhas. Segundo o próprio artista diz em seu site, a ideia foi juntar suas duas grandes paixões, a arte e a natureza. Sua técnica é semelhante à usada por artistas de stencil, que cortam imagens vazadas para grafitar paredes ou telar camisetas, por exemplo. Durán inovou ao produzir obras de arte com uma matéria prima super frágil e natural, uma folha.

 Lorenzo Durán iniciou sua trajetória como artista tardiamente, aos 36 anos. A princípio produziu trabalhos em óleo sobre tela, passando a buscar novas formas de expressão estética. Durán conta que sua inspiração para trabalhar com folhas partiu da observação de uma lagarta, dos recortes deixados por elas nas folhas que vão comendo. Como não havia nenhuma referência de como se cortar folhas, um material tão frágil, facilmente destrutível, Lorenzo foi, aos poucos, desenvolvendo sua própria técnica, na base da tentativa e erro. Interessante é que o artista faz questão de explicitar qual a espécie de planta forneceu a folha de cada trabalho seu.



Lorenzo diz: Acredito que cada objeto da natureza ou ser vivo tem impresso em sua forma a arte, em sua mais pura essência. As cores de uma borboleta, o cristal em estado bruto, a majestosa árvore… São formas de arte que nos deleitam os sentidos, e para mim são um bom meio de criatividade, a natureza.”

Declaração do artista por ele mesmo:

"Inspirado por una oruga decidí cortar hojas de plantas del mismo modo en que otros artistas lo hacen con el papel, esa idea cautivó toda mi mente porque me pareció una magnífica oportunidad para combinar dos de mis verdaderas pasiones: el arte y la naturaleza. Mis diseños figurativos o geométricos salen principalmente de mi innata observación de la naturaleza y de la metamorfosis personal por la que he pasado en los últimos años.

El utilizar un medio natural como es la hoja me hizo entender que tal vez estaba frente a la oportunidad de reflejar mi respeto al medio ambiente. En lo personal, mi vida siempre ha estado ligada de una forma u otra a la naturaleza. Mi fascinación por los animales y las plantas desarrolló en mí la curiosidad hacia ellos, viéndolos como una parte imprescindible de nuestra vida. Por otro lado mi afición a las montañas me hizo comprender lo insignificantes e importantes que somos a la vez en este gran juego de la vida. Para mí una planta es un complejo mecanismo de síntesis de energía, y una simple hoja oculta misterios que sólo el tiempo desvelará.

Y ya pensando en la importancia de los ecosistemas, donde el árbol es sobre lo que gira una gran cantidad de especies y al que por lo tanto hay que cuidar, me ha venido a la mente la siguiente frase que procuro no perder de vista:

“El entorno es una de las partes esenciales de un ser vivo”. (Jorge Wagensberg)"

(Fonte: site do artista)

Peter Pan - 2014






Para conhecer mais sobre o trabalho desse artista, visite seu website


Referências
http://semema.com/arte-em-folhas-de-lorenzo-duran/
http://www.labcriativo.com.br/lorenzo-duran-e-sua-arte-nas-folhas/

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Fauno em obras

Entre as muitas imagens e obras de arte que tem o Fauno como tema, a escultura de James Pradier, Satyre et Bacchante, de 1834 transborda sensualidade, agressividade e poder, apenas uma de suas facetas.


James Pradier nasceu em Genève no fim do século XVIII, mas foi em Paris que iniciou sua carreira artística, suas exposições e prêmios: ganhou um prêmio em um salão de artes, que lhe rendeu 4 anos de estudos em Roma. Estudou com Jean-Auguste-Dominique Ingres e conviveu com os poetas Victor Hugo, Théophile Gautier e Gustave Flaubert. Pradier tinha um estilo neoclássico e ao contrário dos escultores da época, acompanhava a finalização de seus trabalhos.
A inauguração da obra Satyre et Bacchante, causou um escândalo no salão, e uma recusa de compra do governo oficial.
A obra encontra-se no Museu do Louvre em Paris.







 Fonte:
 http://www.jamespradier.com/index.php
 http://www.louvre.fr/oeuvre-notices/satyre-et-bacchante